quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Então Ficamos

Conversas no Convento
Sexta-feira, 16 de Agosto de 2013

António Durães

 
A conversa teve o mesmo titulo que o espectáculo de encerramento de Guimarães, dita capital europeia da cultura em 2012.
E andou à volta de histórias e factos que sucederam durante os três anos de trabalho com as comunidades locais na preparação do mesmo.
Um dos grandes aliciantes desta conversa foi o entusiasmo que ressaltou da descrição dos pequenos nadas que contribuíram para o levantamento do espectáculo, que aconteceu em 22 de Dezembro de 2012 e que foi transmitido em directo pela RTP2.
Espectáculo que teve a direcção de António Durães.

 
Fotografias de João Lobo

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

25 de Agosto

Teatro no Convento
Domingo - 21:45 horas

CENAS EM TEMPO DE GUERRA
pelo grupo Os Dinâmicos da Figueira da Foz
Duração: 45 minutos.


Cenas em tempo de guerra, pelo grupo de teatro Os Dinâmicos, da Associação Viver em Alegria, é uma peça que resultou da compilação e adaptação de vários textos de teatro de Karl Valentim e de um texto de Mena Abrantes. Só tivemos de colocá-los em frases narrativas, no contexto proposto.
Integrado no projeto Teatro e Comunidade, e tendo por base a representação de A Missão, em Cenas... não se esgrimem argumentos, razões ou justificações de índole moral ou religioso. Em Cenas... as coisas acontecem, não há conflito de deveres! Guerras com pim, máquinas Bimby, pam, televisão em direto, pum, clash, trás pás e outros eventos ruidosos de missionários falhados em bons costumes, transporta-nos para o mal estar da 3ª Paz Mundial, a económica, a dos milagres e das sansessugas multinacionais? Ou será que “...O que vemos / não é o...que vemos/Se não o que somos.”. Os espectadores terão que ser cúmplices dessa matéria teatral em formação!

24 de Agosto

Teatro no Convento
Sábado - 21:45 horas

«OS LUSIADAS»
por António Fonseca


"Para nós portugueses, Os lusíadas são a maneira maior de contarmos um tempo de diversas formas inscrito nos nossos cromossomas e na nossa memória, em que todos os conceitos da mundivisão ocidental foram completamente alterados, em que as paredes se romperam e os mares muito maiores que o Mediterrâneo, entraram de enxurrada num mundo que estava cartografado havia quase dois mil anos. (...)
A catadupa de mudanças, políticas, sociais e sobretudo económicas a que vimos assistindo, exige-nos o reforço da nossa identidade individual e colectiva, das âncoras de cumplicidade que temos de ir buscar mais longe, fora da efemeridade do presente.
Estas foram as razões maiores que levaram a mergulhar durante quase 5 anos n’Os Lusíadas. Este é o resultado."

23 de Agosto

Conversas no Convento
Sexta-feira - 21:45 horas

O TEATRO NO BAIXO MONDEGO


Uma conversa onde se pretende abordar a especificidade deste território e contribuir para a sua divulgação. Será orientada por Deolindo L. Pessoa e ilustrada com a apresentação de alguns entremezes e rábulas, que durante anos fizeram escola no baixo mondego.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Dr. José Galvão

Conversas no Convento
Domingo, 11 de Agosto de 2013.

Mário José Silva
Deu a conhecer retalhos da vida da pessoa que dá o nome à principal rua de Montemor-o-Velho e assegurou a construção dos Paços do Concelho, em condições de economia e solidez.
Mário José Silva à direita, durante o debate final

 
Fotografias de Jorge Valente

Farsantes & Fingidores

CITEC

Teatro no Convento
Sábado, 10 de Agosto de 2013.



Foi a apresentação da leitura encenada de um projecto em construção, a partir de "Rábulas & Entremezes", recolhidos na região do Baixo Mondego. A estreia desta produção está programada para 2014.
Esta apresentação serviu de complemento ao espectáculo anterior de O Celeiro, dada a sua curta duração.


 
Fotografias de Jorge Valente

Os Avisos do Sacristão

O CELEIRO

Teatro no Convento
Sábado, 10 de Agosto de 2013

 
 
O grupo da vila de Pereira, do concelho de Montemor-o-Velho, apresentou as aventuras e desventuras de um sacristão durante a ausência do vigário por doença.


 
Fotografias de Jorge Valente