terça-feira, 13 de agosto de 2013

Monte Mayor: Arqueologia e Mondego

Conversas no Convento
Sexta-feira, dia 9 de Agosto de 2013.

 
Marco Penajoia na sua conversa demonstrou a importância da navegabilidade outrora existente no rio Mondego e a sua interacção com o antigo povoamento de Montemor-o-Velho.


 
Fotografias de Jorge Valente

domingo, 11 de agosto de 2013

18 de Agosto

Conversas no Convento
Domingo - 18:30 horas

O ESPAÇO NO TEATRO
E EM MONTEMOR-O-VELHO
 
Conversa em que Deolindo L. Pessoa pretende orientar uma breve viagem pelos diferentes tipos de espaços usados no teatro ao longo dos tempos e já experimentados em Montemor-o-Velho.

 
Teatro Esther de Carvalho,
antes das últimas obras de recuperação.

17 de Agosto

Música no Convento
Sábado - 21:45 horas

SAX & COMPANHIA
Temas de Tango
 

Espectáculo intimista que junta a sonoridade de um quarteto de saxofones à voz feminina, percorrendo diferentes temas de tango em diferentes encontros entre a palavra e a música.


Nota:
Será também realizada a apresentação de uma das próximas produções teatrais do CITEC, em coprodução com Sax & Companhia.
Esta produção pretende recriar o ambiente de uma "milonga" onde se pode dançar, conviver e participar no jogo resultante da dramatização de contos do livro "Mano a mano", que se inspira também em filmes como "Tango" de Carlos Saura e "Lição de Tango" de Sally Porter.

16 de Agosto

Conversas no Convento
Sexta-feira - 21:45 horas

ENTÃO FICAMOS
ARTE EM COMUNIDADE

António Durães andará à volta do seu trabalho de montagem do espectáculo de não encerramento de Guimarães, a dita capital da cultura.
Conversa que tem o mesmo titulo do espectáculo.

 
É um actor e encenador português que nasceu na Figueira da Foz, em Março de 1961.
Profissional desde 1984 tem trabalhado tem trabalhado em diversas estruturas, como a Companhia de Teatro de Braga, o Teatro Nacional S. João, o Teatro Nacional D. Maria II, a Assédio, o Centro Dramático de Évora, o Seiva Trupe, o Ensemble - Sociedade de Actores, os Artistas Unidos ou o Centro Cultural de Belém.


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

11 de Agosto

Conversas no Convento
18:30 h

DR. JOSÉ GALVÃO
por Mário José Silva

Dá o nome à rua principal de Montemor-o-Velho.

Dr. José Augusto Peixoto de Almeida Ferreira Galvão nasceu a 18 de Maio de 1835, na quinta do Fojo Lobal, freguesia de S. Miguel, uma das cinco freguesias que então constituíam a vila de Montemor-o-Velho. Concluída a formatura, em 1854, veio fixar residência na vila onde nasceu, procurando sempre ser útil ao seu concelho. Foi várias vezes indicado para procurador do concelho à Junta Geral do Distrito e foi eleito “deputado da nação” por cinco vezes, para as legislaturas de 1861-1864, 1868-1869, 1869-1870, 1870 e 1887-1889. Faleceu a 29 de Janeiro de 1905.

10 de Agosto

Teatro no Convento
21:45 h

OS AVISOS DO SACRISTÃO
Certa vez o vigário de uma prestigiada freguesia foi obrigado a ficar de cama dando descanso ao seu maltratado corpo devido a uma doença ocasional. Vai daí chamou o seu prestimoso sacristão e deu-lhe uma modesta série de avisos para o bom andamento da igreja durante a sua ausência.

O Celeiro
Foi criado em 1999 a partir da Associação Desportiva Cultural e Recreativa de Pereira, com sede na Vila de Pereira, do concelho de Montemor-o-Velho. E surge para proporcionar à comunidade um espaço de diálogo artístico, formação e debate, oferecendo uma programação cultural que conquiste novos públicos de teatro.

 
FARSANTES & FINGIDORES (1ª parte)
É um cozinhado em lume brando de entremezes e rábulas, que se procura que seja bem temperado com produtos da época.
Dizem…
E não se diz mais nada!...
 
CITEC
Apresentação de um projecto em construção, de recolha de entremezes e rábulas, que durante anos fizeram escola no baixo mondego.

9 de Agosto

Conversas no Convento
Sexta-feira, pelas 21:45 h

MONTE MAYOR: Arqueologia e o Mondego
Marco Penajoia

O tema abordado nesta conversa visa demonstrar a importância da navegabilidade outrora existente no rio Mondego, interagindo com o antigo povoamento de Montemor-o-Velho. O papel deste concelho foi fulcral para a ligação do litoral com a cidade de Coimbra e regiões do interior, atribuindo-lhe um posicionamento estratégico para a comunicação intra e extra regional.